A pediatra escolhida pela família recebe o bebê no nascimento, inclusive quando ele chega antes do tempo, na maternidade escolhida e conforme as regras de cada hospital.
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A Dra. Julia Cunha, pediatra no Rio de Janeiro, pode receber o seu bebê na sala de parto, inclusive quando ele nasce prematuro. A presença é combinada com antecedência, na maternidade escolhida pela família e conforme as regras de cada hospital. Nos primeiros minutos, a pediatra avalia a respiração, o coração e a adaptação do bebê e favorece o contato com a mãe.
A assistência da pediatra escolhida na sala de parto costuma interessar famílias que se reconhecem em alguma destas perguntas:
Todo hospital conta com equipe de pediatria de plantão. Escolher a própria pediatra é uma opção da família, que acrescenta continuidade ao cuidado.
A pediatra chega antes do nascimento, confere o material e o ambiente onde o bebê será recebido e conversa com a equipe obstétrica sobre a evolução do parto. Quando o bebê nasce, ela observa três pontos principais: se ele está respirando ou chorando, se tem bom tônus muscular, ou seja, se está firme e se mexendo, e se a gestação chegou ao termo.
Quando o bebê nasce bem, a orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que ele vá logo para o colo da mãe, em contato pele a pele, coberto e aquecido. A pediatra acompanha de perto, sem separar a dupla. O clampeamento do cordão umbilical, quando as condições permitem, é feito no momento oportuno, depois de um curto intervalo, como recomendam essas instituições. A primeira mamada, ainda na primeira hora de vida, é estimulada sempre que possível.
Nos minutos seguintes, a pediatra registra a nota de Apgar, uma avaliação simples da frequência cardíaca, da respiração, do tônus, dos reflexos e da cor da pele, feita no primeiro e no quinto minuto de vida. Ela também faz um exame físico inicial, confere o peso, o comprimento e o perímetro da cabeça, e realiza os cuidados de rotina previstos pelo Ministério da Saúde para as primeiras horas.
Às vezes o bebê precisa de ajuda para começar a respirar. Nesse caso, a pediatra realiza as manobras indicadas para cada situação, seguindo o programa de reanimação neonatal da SBP. A formação em Neonatologia, feita na residência médica, e os cursos de reanimação neonatal fazem parte da preparação da Dra. Julia para esse momento. Cada nascimento tem a sua própria história, e não há como garantir de antemão como ele vai acontecer: o que a pediatra oferece é preparo, atenção e comunicação clara com a família.
O bebê prematuro perde calor com mais facilidade e pode precisar de mais apoio para respirar nos primeiros minutos. Por isso, a pediatra dá atenção especial à temperatura, com aquecimento e proteção adequados, e acompanha de perto a respiração e os batimentos do coração.
Dependendo da idade gestacional e de como o bebê se adapta, ele pode ficar com a mãe ou precisar de observação na unidade de terapia intensiva neonatal (UTI neonatal) ou na unidade intermediária do hospital. Essa decisão é tomada no momento, a partir da avaliação, e explicada à família com clareza. Sempre que possível, a pediatra favorece que os pais vejam e toquem o bebê antes de qualquer transferência.
Depois da alta, a Dra. Julia pode continuar o cuidado com o acompanhamento do prematuro, que considera a idade corrigida, o crescimento e o desenvolvimento.
A tabela resume as etapas mais comuns. A sequência pode mudar conforme o tipo de parto, a idade gestacional e a adaptação do bebê, e o plano é ajustado a cada bebê.
| Momento | O que acontece | O que a pediatra observa |
|---|---|---|
| Antes do nascimento | Conversa com a equipe e preparo do material. | Informações da gestação e do trabalho de parto. |
| Nascimento | Avaliação imediata do bebê. | Respiração ou choro, tônus muscular e idade gestacional. |
| Primeiro minuto | Contato pele a pele, quando o bebê nasce bem. | Nota de Apgar do primeiro minuto e temperatura. |
| Primeiros minutos | Clampeamento oportuno do cordão, quando possível. | Coloração, batimentos do coração e esforço respiratório. |
| Quinto minuto | Bebê aquecido junto à mãe. | Nota de Apgar do quinto minuto e adaptação geral. |
| Primeira hora | Primeira mamada, sempre que possível. | Busca pelo peito, conforto da dupla e sinais de alerta. |
| Depois do contato | Exame físico, medidas e cuidados de rotina. | Peso, comprimento, perímetro da cabeça e exame completo. |
O ideal é conversar sobre a sala de parto durante a consulta pré-natal pediátrica, no terceiro trimestre. Nesse encontro, a Dra. Julia explica como funciona a assistência e a família informa a maternidade escolhida, o tipo de parto previsto e o contato da equipe obstétrica.
Alguns passos ajudam a organizar tudo com tranquilidade:
Para o dia do nascimento, vale separar com antecedência o cartão da gestante, os exames do pré-natal e os documentos pedidos pela maternidade. Na mala do bebê, roupas confortáveis, uma manta e uma touca ajudam a manter o recém-nascido aquecido. A lista exata depende das regras de cada hospital.
Também é útil que a família defina quem acompanhará a mãe e quem ficará responsável por avisar a pediatra. Depois do nascimento, a Dra. Julia continua presente nas visitas do alojamento conjunto, até a alta.
A assistência na sala de parto é particular. A Dra. Julia emite recibo, que a família pode apresentar ao plano de saúde para solicitar reembolso, conforme as regras do plano. Os detalhes são conversados na página de contato ou pelo WhatsApp.
Sim. A presença da pediatra pode ser combinada para os dois tipos de parto, respeitando as regras da maternidade escolhida pela família.
O ideal é combinar no terceiro trimestre, durante a consulta pré-natal pediátrica. Assim há tempo para conferir as regras do hospital e organizar o aviso no dia do parto.
Isso é previsto no planejamento. A família avisa a Dra. Julia assim que o trabalho de parto começar, e ela informa como vai proceder. A equipe de plantão do hospital também está sempre disponível.
Quando o bebê nasce bem, sim: o contato pele a pele é recomendado pela SBP e pela OMS. Se ele precisar de algum cuidado antes, a pediatra explica o que está fazendo e devolve o bebê à mãe assim que possível.
Os testes de triagem, como o do pezinho, o da orelhinha, o do olhinho e o do coraçãozinho, são feitos na maternidade. O teste do pezinho deve ser colhido entre o terceiro e o quinto dia de vida, segundo o Ministério da Saúde. Mais detalhes estão na página do alojamento conjunto.
Sim, se a família desejar. Ela visita mãe e bebê no alojamento conjunto e segue com a puericultura no consultório de Botafogo, desde a primeira semana de vida.
Fale com a Dra. Julia Cunha para combinar a assistência na sala de parto ou para marcar primeiro a consulta pré-natal. Conheça também a trilha completa de cuidado.
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